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sábado, 4 de maio de 2013

Você Tem Medo Do Escuro?

 Nunca tive medo do escuro,afinal não é nada demais,é apenas tudo que tinha antes,só que mais difícil de enxergar,era isso que eu pensava,até...até ontem.

Eram 2:46 da madrugada,fiquei até tarde no computador,mais uma vez trouxe trabalho para casa.Nunca tive medo de ir ao banheiro,ou ir até a cozinha de madrugada,sei que muitos tem medo de sair porque não sabem o que vai acontecer,eu achava bobagem isso.Até ontem.Eu estava exausto,já estava coçando os olhos,que aquela altura ardiam a luz severa o monitor.Eu moro sozinho,isso faz 3 anos,nunca tive tempo ara relacionamentos duradouros,pelo menos não naquela hora,precisava de menos trabalho e mais dinheiro,precisava de um novo emprego,minha faculdade não estava servindo pra  nada.

  Me levanto lentamente ouvindo a cadeira de escritório velha que eu mantia a 2 anos reclamar,fazendo um som irritante e agudo,respirei fundo,aquele som me dava nos nervos,balancei a cabeça para afastar o sono,ainda tinha alguns arquivos para enviar.Ando lentamente,enquanto meus olhos não se acostumavam a penumbra do quarto,eu fui encostado na parede até o interruptor para acender a luz.Má ideia.

 Meu quarto estava iluminado,a luz inundava o quarto e chegava até a sala.Vou caminhando cansado e abatido até e cozinha pegar um copo d'água.Má ideia.Enquanto bebia água,pelo canto do olho eu vi elel,um vulto preto,aqueles que todos veem quando estão com medo,pensei que era minha imaginação,afinal nunca tive medo.O vulto passou pela porta até meu quarto,sumindo do meu campo de visão.Eu fui ao banheiro,fechei a porta e a tranquei,enquanto urinava,eu ouvi um som de algo caindo,um som aguda que percorria a casa fazendo um pequeno eco.Eu ignorei.Má ideia.

 Saindo do banheiro,percebo que as luzes haviam se apagado,agora tudo estava escuro,eu apenas ouvia som de algo se arrastando,caminhei lentamente de lado até a cozinha,meu coração batia forte como se fosse explodir,minhas mãos trêmulas tocaram levemente a parede da cozinha até o interruptor,eu tentei aperta-lo.Nada aconteceu,ele não funcionou.

 Pensei que a houve um Blecaute,eu reclamei a mim mesmo que devia ter salvado os arquivos,que meu trabalho foi em vão,com minha raiva explodindo,eu bati minha mão no armario de aluminio da cozinha.O som percorreu a casa acalmando meus ânimos.Má ídeia.Por um segundo tudo ficou quieto,mas o silêncio foi quebrado por um barulho que veio da sala,algo como passos lentos e cansados,ou algo se arrastando.Eu  andei até meu quarto,de olhos fechados e com muito medo,deitei na cama,entrei debaixo do cobertor me cobri,a porta do quarto fechou com um vento forte da sala.comecei a rezar.Má ideia.

 Eu resava para mim,quase num coochicho,mas então eu parei ao ouvir o som da porta do meu quarto abrindo lentamente.meu coração começou a palpitar forte,dos meus olhos desceram lágrimas.Ao ouvi os mesmos som de passos,que pareciam arrastar uma das pernas.Senti chegar perto,tão perto que dava para ouvir o som da respiração ofegante por cima da coberta.Uma mao pesada caiu sobre a coberta tampando minha boca,uma peso enorme caiu sobre meu corpo,me impedindo de se mecher.Uma voz roua e forte ecoou em meus ouvidos;
 -Eu posso te ouvir...

Eu tentei gritar,não consegui.

  
 -Você não deveria nos incomodar...

Eu lutei com todas as minhas forças


 -As crianças deveriam dormir a essa hora...Essa hora é sagrada...è a nossa hora...Na escuridão se escondem mais coisas que você imagina...Ou pode imaginar...Essa hora saimos...Eu pude te ouvir resar...Você queria me afastar...Não dveria ter me incomodado...sabe...Fechar os olhos não me afasta...se esconder embaixo da coberta também...Não existem monstros debaixo da cama...Só existem outros iguais a mim...você deveria estar dormindo...Não devria ter nos desafiado...Você nunca sabe onde estamos ou quem somos...Mas nós sabemos quem são vocês e aonde estão...Sempre te observamos...Sempre procuramos os alimentos mais saudaveis...agora durma...sua alama não esta pronta...ainda.

 Tudo escureceu.Acordei no outro dia na cama com alguns ematomas.Tinha certeza que foi um pesadelo louco.Chamei um eletricista para dar uma olhada,ele disse que minha energia elétrica foi cortada,disse ue os fios foram rasgados como um pano.

Aprendi a não ficar até tarde no computador,ou fazer barulhos anoite,e até mesmo acender a luz de madrugada.Mas acima de tudo aprendi a temer as coisas que não vejo,e principalmente o escuro é claro,eu não sei o que se esconde nele e não quero saber.A unica coisa que sei é que não devo mecher com eles.Passei por um trauma muito grande,se eu não tivesse tido tantas ideias ruins,eu não teria visto ele.
 

 Você tem medo do escuro?

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Já Faz Um Bom Tempo, Não?

 
 
Você já me viu, acho que foi a alguns anos,sabe, né?Nós sempre brincávamos juntos, eu era aquele seu amigo,que sempre quando estava sozinho brincava com você.Sempre te via voltando para sua casa,perto daquela arvore morta,aqueles foram bons tempos,não?

 Quando chovia muito eu ficava ao seu lado brincando,quando estava doente eu era aquele que sussurrava ao seu ouvido enquanto dormia,era aquela mão no seu ombro quando ficava sozinho, você deve lembrar certo?
  já faz bastante tempo desde a ultima vez que nos divertimos,acho que alguns anos,eu sempre queria brincar com você.Recorde aquelas lembranças puras,do som ao vento ecoando em seus ouvidos nos dias frescos,uma voz que te chamava.lembra das risadas que andávamos juntos,ninguém gostava muito de mim,lembra?Só você me via como amigo, os outros não queriam saber, até me achavam estranho.

 Agora sim deve se recordar, já faz um tempo que quero brincar com você de novo, sim você mesmo,podemos conversar um pouco?Se não quiser conversar vou ficar chateado,você sempre queria conversar,sempre estava disposto a brincar com um amigo,mas aos poucos foi sumindo,foi crescendo,não me via mais,não queria brincar mais comigo,agora você não lembra mais de mim,não precisa ficar chateado ou com medo,afinal você me conhece.

 Lembra, atrás daquela arvore, você me viu certo?Eu estava ali te observando,por um instante você me olhou,pensei que tinha voltar a brincar comigo, mas acho que não, você me sente de vez em quando, não?é,não era imaginação,sei que me sentiu agora a pouco,não tenha medo.Nesse momento você deve estar olhando ao redor,pare um pouco,vamos conversar a sós,tudo bem?

 Não se atrase, estou esperando naquele cantinho, onde você se afasta do mundo,sim aquele cantinho onde ninguém te incomoda,sabe?Não precisa olhar, apenas feche a porta,feche a janela e apague a luz,já que você não brinca comigo,parou de acreditar em mim,estou fraco,a luz pode me machucar;você não quer machucar seu amigo,quer?

 Você já deve estar pronto, respire fundo, não pare de ler até eu mandar, se não você não vai poder me ver.
   Tente ler essas instruções antes de me chamar, assim eu posso aparecer e conversar melhor com você.

 Feche os olhos, respire fundo, trás de volta, aquela lembrança, na penumbra que imunda seu quarto,quero que imagine um campo,onde me encontrou pela 1º vez,imagine aquela arvore grande e robusta,onde brincamos por muito tempo,das vezes que me convidou a entrar,do som da minha voz viajando ao vendo,do leve toque das minhas mãos no seu ombro,o carinho leve do vento em sua pele,nos meus olhos que penetravam até sua alma,e fazia você abrir aquele largo sorriso,nas vezes que me encontrou triste e quis  me consolar.Minha criança,lembra de seu amigo,volte no tempo e  sonhe comigo de novo.
  Acho que me sentio pondo minha mão carinhosamente sobre seu ombro, não olhe para trás,ainda não estou pronto,quando eu mandar,feche os olhos e siga as instruções,tudo bem?

 1...

 2...

 3...

 Feche os olhos minha criança, sonhe comigo outra vez,sei que você quer brincar comigo de novo,não quer?


By:Drac Lucius Mangeel

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Creepy Time - Correntes Da Alma

                    Correntes Da Alma

  Eram 3 da manhã,eu acordei de repente,minha cabeça doia,meus olhos ardiam,parecia tudo normal no quarto.Eu levantei devagar,me apoiando numa mesinha onde ficava o computador,estava tonto,fui até porta do qaurto escorado na parede,uma parede azul,mas aquela altura estava negra com pontos brancos e vermelhos,estava tudo escuro no quarto.Eu estava muito tonto ali,muito cansado e fora de mim,tanto que nem reparei na parede,ou na sombra atrás da porta,apenas a abri;estava tudo escuro,as luzes estavam apagadas,a janela meia aberta que ia pra frente e pra trás com a leve brisa que batia ali;olhei em volta,andei lentamete escorado na parede até a cozinha,até que meus olhos se acostumaram com a penumbra,e eu vi,2 olhos negros,em meio a escuridão,algo mais negro que o próprio preto espreitava ali,era uma sombra negra,que me observava,eu olhei fixamente em seus olhos,ela os arregalou e deu um passo para trás,depois,de alguma maneira diabólica sorriu,e ficou de pé,minha cabeça começou a doer,meus braços tremiam,de repente,tudo escuro,negro,e sem fim,eu acordei,estava na minha cama,ainda com fortes dores de cabeça e com ardência nos olhos,até ali achei que era um sonho,até ali.
  Ao me levantar e caminhar a porta,uma mariposa,negra,de olhos negros,com um entalhe de uma caveira atravessando suas asas pousa em meu braço,tentei afasta-la com um tapa,ela se desmanchou como névoa em meus dedos,como uma ilusão,mas sentia algo ruim ao toca-la,como de uma dor,como de um machucado,mas não doia em lugar algum,apenas em minha mente.Percebi que haviam várias voando por ai, entre essas mariposas ngras,algumas brancas pairavam entre elas,ao tocar nelas,eu sentia algo bom dessa vez.Achei que fosse da minha mente,caminhando até a porta,vi mais dessas mariposas sobre minha mãe,várias delas,misturadas.Perguntei a minha mãe sobre aquilo,como esperado,ela disse que não via nada,eu não estava assustado,pelo contrário,estava calmo,como se tudo fosse normal,mas as coisas só ficavam estranhas.
  Me arrumei para a escola,as mariposas pareciam normais pra mim,sai de casa,ai eu vi,eu vi as piores coisas do mundo.Um homem bêbado,morador de rua,deitado sobre a calçada,rodeado de monstros,demônios,sombras,o que fosse aquilo,eram negros,mais negros que tudo,seus olhos seram vermelhos,eles seguravam correntes,estas atadas ao morador de rua,uma corrente prendia seu pescoço,e estava muito apertada,quase o sufocando,eu fiquei assustado,eles olharam pra mim,sorriam e agitavam a corrente,como se estivessem tentando me assustar,como um cão de rua.Eu corri rápido entre as ruas,eu precisava chegar a escola,tinha prova naquele dia,eu corria entre aquelas ruas esburacadas da minha vizinhança,eu via de relance pessoas como tais antes,umas com muitos daqueles demônios,outras com pouco,outras com mariposas apenas e outras com tudo,com correntes enormes atadas ao pescoço de uma maneira cmo se quase atravessasse ele,essas por sua vez eram pessoas de alta classe,infortunos e idosos.
  Cheguei a escola,ignorando tudo,ignorando tudo aquilo,quase explodindo por dentro,chorando algumas lágrimas,ouvindo vozes,eu ignorei tudo,fiz a prova e sentei,tentei me acalmar,lendo um livro,pensava que eram ilusões,mesmo aquela altura,a mariposas não me encomodavam,apenas aqueles monstros,puchadores de correntes.
  Eu não conseguia para de pensar naquilo,eu via eles me olhando,sorrindo pra mim,agitando adesmaies correntes susurrando nos meus ouvidos,até que senti,uma corrente começou a apertar meu pescoço,nessa hora eu desmaiei,acordei 10 segundos depois,ele passaram a me ignorar,mas ainda sim  susurravam coisas que eu não entendia.Voltando pra casa,com os fones no máximo,tentando esquecer,eu vi,minha amiga atrvessar a rua,quando ela tocou no faixa de pedrestes,aqueles demônios pucharam a corrente em seu pescoço,como se fosse decepa-la,mais demonios apareciam em volta dela,puchando todas as correntes,um caminhão,desgovernado,cheio de correntes e demonios,todos riam e gozavam,eu gritei o mais alto que pude,ela conteu o passo,os demônios lamentaram,o caminhão passou na frente dela,quase a atingindo.
  As correntes ficaram frouxas,alguns demônios sumiram,mas minha corrente se apertou,outros demônios começaram a me perseguir.
 Ela veio falar comigo,e disse que por pouco não foi atropelada,perguntou por que eu mechia tanto no meu pescoço,como se algo tivesse incomodando.Eu respondi que não era nada demais,mas sabia que aquela corrente apertava forte demais.Voltamos juntos,ela se despedia e ia pra casa quando ouço umk som,um grito de socorro,num beco escuro e esquecido vi,um homem,cercado por milhares de demônios e uma senhora,que ficava com sua corrente cada vez mais apertada,o homem queria sua bolsa,eu não me movi,estava com medo,medo de que se eu fizesse algo,poderia morrer.O homem pucha a bolsa,mas a senhora grito,todos aqueles demônio riem muito alto e forte,puchando com mais força,e percebi que meus demonios,alguns deles largavam a corrente e iam puchar as correntes daquela senhora,a corrente em meu pescoço ficava mais frouxa,eu fechei os olhos e continuei,ouvi um tiro ecoar por entre o beco e a rua,o povo se assustou e correu para ver o que tinha ocorrido.Eu apenas segui em frente.
  Chegando em casa transtornado,com meus olhos ardendo,me sentia observado,comecei a chorar,gritei para que aquilo parasse,ouvi um riso ao fundo,minha corrente ficou muito apertada,muitos risos em volta,estava sufocando,quando tudo se escureceu,e se tornou um grande vazio.
  Acordei no hospital com minha mãe chorando,não via mais aquels demônios,não ouvia mais nada,estava apenas em choque.Depois de um tempo voltei para casa e tomei vontado por escrever,acho que entendo o que era aquilo,os demônios,as correntes,eram como sonhos destruidos,como oportunidades passadas,como atos que mudavam a vida,tudo erqa uma troca equivalente,se eu salvo alguem,os demonios que a levariam para a morte,viriam para diminuir minha vida e vice-versa,não sei mais do que isso,não sei se tudo foi um jogo,nem porque eu podia ve-los,só sei que eles nunca siram da minha cabeça,de vez em quando ainda me sinto observado,e eu agora paro pra pensar nas consequencias antes de cada ação minha.

quinta-feira, 21 de março de 2013

[CreepyPasta]-Blood Eyes//Night.EXE

                        Blood Eyes - o começo

Correy era um garoto de 8 anos normal,sempre feliz,gostava muito de seus pais sempre os obedeceu e teve muitos amigos.

Era uma noite de agosto,correy tinha acabado de fazer 8 anos naquele dia,ele e seus pais foram jantar fora,como era perto de casa o restaurante,eles foram andando,acabaram que só voltaram 00:00 horas,já que Correy brincou no parque atrás do restaurante.

Eles estavam voltando,numa rua escura,perto de um predio abandonado,um homem,parecia ter 30 anos,sujo e rindo,um riso psicótico.Ele se aproximou lentamente por trás,com uma faca escondida,ninguem o tinha notado,apenas Correy,que se agarrou ao braço do pai,que achou estranho,já que Correy não tinha medo de muitas coisas.

Correy tremia,mas não disse nada,não falou nenhuma palavra,não avisou do perigo a mãe, e se culpao por isso.O homem numa investida crava a faca nas costas da mãe de correy,que a vê gritar e chorar,quando o pai de Correy se vira já era tarde,ela já estava morta.

O assassino corre em direção a Correy,mas seu pai entra na frente,segura o braço dele,mas rapidamente o assassino troca a faca de mão e desfere um golpe na garganta do pai de Correy,pucha elntamente a faca,e vê o sangue jorrando,lambe sutilmente a lâmina da faca,e sorri ao sentir aquele sabor,suas pupilas se dilatam,sua postura fica firme,seus dentes sujos e podres manchados pelo sangue de inocentes sorriem para Correy, que não consegue fugir.

Ele se aproximava em passos curtos,rindo,quando ao longe na esquina com uma loja de roupas, a sirene da policia,nesse instante o assassino corre e some nas sombras.Correy ficou parado,não chorou,não se moveu,apenas olhou e ficou parado.

Meses depois,ele fica sua tia Ana,numa casa grande,nunca tinha pedido nada a ela,nem nunca recusado algo,sempre uma criança exepcional, já não tinha mais amigos,sorria poucas vezes,seus olhos estavam vazios,seu corpo fraco,sua mente corrompida pela culpa.

Ele se culpava por aquilo,por não ter feito nada,queria destruir a felicidade do mundo,queria matar o assassino,mas se matar,pois se julgava culpado.Sempre sua tia se preoculpou com ele,ele ficava cada vez mais distante,mais sozinho,mais sombrio.

quando completou 17 anos,um aluno exemplar,parecia ter esquecido aquilo,sorria mais vezes,tinha amigos,uma namorada,mas seu coração era negro como a noite,suas memorias corrompidas e manchadas,sua felicidade arrancada de seu corpo a força,seu ódio cresceu incontavelmente,ódio por tudo e todos,ódio de si mesmo.

Ele estava caminhando anoite,num beco escuro,pixado e em ruinas,num prédio abandonado,uma sombra como de um vulto.Algo fala com ele,são palvras vazias sem significado e nada claras,mas apenas uma frase,isso apenas isso mudou tudo.

-''já quis alguma vez acabar com tudo?buscar todos os culpados e levar a julgamento?fazer com que seu ódio se torne sua arma?fazer com que nunca mais sinta culpa?eu posso ajuda-lo,mas você terá de me recompensar.

Sem exitar Correy concorda,não pensou,sorriu ao ouvir aquilo,parecia ser um ótimo presente de aniversário,dado pelo próprio demônio.

A voz responde:

-''Para me pagar,você terá,claro sua alma condenada,e e=terá de traser meus filhos até mim,todos aqueles com passado obscuro, devem ser sepultados,suas lembranças corropidas,seus sonhos apagados,seu ódio cubrirá sua lâmina da execução,seu sangue brilhara em seus olhos,e a melodia da vida soará em seus ouvidos,você andará no palco da morte,dançara com sua lâminas a musica da dor,será um demônio,não para julgar e salvar os humanos,mas vai caçar osda própria especie e de suas almas retonaram a mim,mas sua força será só sua,você não vai mais precisar comer beber ou dormir,sua força vem da morte e trevas,sua calma vem do fim.

Pegue essa mascara,enquanto usa-la não sera ninguem nem nada,não vai existir mas não será vazio.essa capa os esconderá nas trevas e você se tornará apenas isso.Essas lâminas vão julgar meus filhos,e farão eles retornarem a casa como filhos pródigos.

Agora você será meu arcanjo,mate todos que entrarenm em seu caminho,a partir de agora você não tem sentimentos,nem razão,mas ficara feliz ao cumprir seus deveres.

Após se vestir,não sentiu mais nada,estava feliz,estava sorrindo,queria matar,queria sentir o ódio e dor de seus inimigos pulsar e faze-lo forte,agora ele não era ninguem,não era nada,era sombras,era Blood Eyes.

Saindo daquilo,andando pelas trevas,sentiu a presença de alguem,sentiu algo forte,podia ouvir gritos, susurros e e barulho de sangue jorrando.

Um prédio destruido,antes foi uma fabrica,agora era um buraco vazio de morte.Bloody Eyes entrva lentamente,os sons aumentavam,até avistar um homem,uma voz veio em sua mente:

''Meu 1º filho que você deve fazer regresaar até mim''

Sem pensar correu ao homem,sem fazer ruidos,sem fazr nada,sua lâminas desembanhadas,negras seus olhos catsanhos viam ele levantando,haviam corpos de mulheres e crianças multilados ao seu redor.

O homem vira,seu rosto era familiar,eis o demônio que matará os pais de Correy,mas não sentia nada Bloody Eyes por ele,pois Correy já estava morto e sepultado no fundo do coração negro de Blood Eyes.

Bloody Eyes pula,investindo,e como numa dança,multila sem exitar o assassino,seu nome era bruce,um filho pródigo que achou refugio no mundo dos vivos.Seu sangue jorrava,Bloody Eyes ficou feliz,sentiu seu corpo ficar mais forte,ele sorria atrás da mascara,suas mãos eram firmes,mas tremiam de euforia,ele sentia cada lembrança correr em suas veias,cada pedaço obscuro de seu passado aumentando sua força,sentia o ódio acumular em suas lâminas que se tornaram puro medo,exalavam um miasma negro e denso,seus olhos ficaram contaminados pelo sangue dele,ficaram vermelhos,por fim ao ver o ultimo suspiro daquele demônio,deu uma gargalhada,não macabra,mas de alegria,uma felicidade que nunca antes sentira.

Bloody Eyes sumiu nas sombras daquele lugar,nunca mmais Correy foi visto novamente,nunca mais se ouviu falar nele, sua existencia foi apagada do mundo,e deu lugar a um demônio,Bloody eyes.

By:Drac L. Mangeel - Logom


                      Blood Eyes - ascensão

Era uma noite de quarta feira,num bairro pobre de orizon USA,numa rua estreita,degastada e em ruinas,estava tudo quieto,chovia levemente,com uma brisa fria,numa casa pequena,uma mulher,de 43 anos se levanta,eram 3:23 da madrugada,uma noite fria.

Ela foi beber água,quando olha pela janela,já rachada,e enferrujada de sua cozinha,que ficade frente para a rua;ela vê um homem,de capa preta,e mascara branca,ele parecia ter 2 espadas embanhadas.

Ela achou estranho,ele caminhava em direção a casa em frente a dela,passou pelo portão quebrado,atéa porta,deu 3 toques fracos,mas era o suficiente.

Um homem o atendeu,era um homem estranho,cabelos cumpridos,um corpo esguio,ede vestes sujas e velhas;ele o convidou a entrar.

10 segundos depois,um grito,muito forte,alto e abafdo,como se tivesse gritado com todo o ar do pulmão,mas o som foi cortado,antes de acabar o ar,simplesmente parou.

A mulher(que prefiriu não se identificar)tomou um susto muito grande,pelou para traz,correu ao telefone e ligou para a policia,demorou 10 minutos para chegarem,ela ainda trêmula,já que sofria de pressão alta,estava pondo o filho para dormir,quando a policia chegou.

Ela disse o que tinha visto;os policiais foram até aquela velha casa,tocaram a porta,que estava aberta,entraram e acenderam as luzes.

Uma cena horrível,as paredes sujas de sangue,o corpo do homem,que se chamava bruce,jogado num canto da sala,decapitado,seu pescoço e cabeças,na região cortada,pareciam ter apodrecido,mas o resto do corpo ainda estava em estado bom.

As paredes escritas por todas as partes:

''ele me vê,seus olhos me observam,sua mascara branca,seu cheiro de morte,seus olhos,vermelhos,vermelhos como sangue,como puro sangue(...pure blood)''

Os policiais ficaram chocados,nada foi evado,tudo estava no lugar,não tinha rastro de nada.

Uma semana depois,o policial chefe do caso,recebeu um bilhete em sua porta,uma carta:''O inferno é bom demais pra mim,por isso eu caço,me satisfaço de seu ódio,e seu sangue.

Não sou um vampiro,mas preciso de sangue,não sou um lobsomem,mas me transformo anoite,não sou um anjo que pune pecadores,sou um demonio que caça os da própria espécie,e me forteleço com suas vidas.

Quando minha caçada acabar,a lua brilhará vermelha como sangue.

Eu danço com minhas espadas a música da dor,eu canto a música da vida,o silêncio,eu ando no palco da morte,as trevas,Isso me difere dos demais,e me torna um demônio.

Na minha lâmina carrego o ódio de meu inimigos,em meus olhos,seu sangue.

Aqueles que ficam em meu caminho,são meus inimigos.''

Depois disso o policila chefe do caso foi encontrado morto,e alguns outros tambem,todos por cortes,vários desmebrados,os policiais restantes desistiram por medo.

Depois se descobriu que o Bruce,que foi morto primeiramente,era um assassino.

Vários casos de assassinos serias encontrados mortos, foram escondidos e esquecidos.

Uma testemunha na europa,disse te-lo visto pela janela,quando um policial teria apontado a arma pra ele,após matar um homem na rua,que antes havia cometido crimes.

Qaundo o policial apontou a arma,mais ou menos a 4 metros dele,Blood eyes se moveu,e andou em direção a ele,o policial atirou,mas errou o tiro.

Blood Eyes correu rápido,e sem dizer nada,decapitou o policial,entrou num beco e desapareceu.

Até hoje ele vaga por ruas,sempre depois da meia-noite,vários casos ao redor do mundo foram noticiados,mas foram tambem,arquivados,pois nunca se achava uma prova.

  Sempre as testemunhas descreviam que ele tinha uma mascara branca,uma capa preta,e olhos vermelhos.

Algumas dessas testemunhas ficaram loucas,dizendo ver seus olhos quando fechava os delas,outras cometeram suicídio.

Não se sabe quem é,ou o por que,só se sabe que ela anda,e observa seus atos com seus olhos,Olhos de Sangue.

By:Drac L. Mangeel - Logom

                              Night.EXE

 Estava em minha casa mechendo no computador,moro ao lado de uma floresta,que se chama''dellore woods''.

eram 11:28 da noite,minha mãe foi domir,meus pais haviam se dovorciado a 3 meses,meu pai ficou com minha irmã,quanto minha mãe,ficou comigo.

Eu era mais um adoslescente,que vivia em uma casa afastada da cidade,minha mãe sempre dizia que não suportava o barulho quea cidade tinha,então quis se mudar para um local mais calmo.

Nunca tinha notado algo estranho,minha mãe dizia que eu sofria um pouco de esquizofrênia,já que sempre ouvi ruidos e vi coisas,para mim já era normal,desde meus 6 anos de idade,então eu aceitei a conclusão da minha mãe,mesmo tendo amigos,já passei em vários psicólogos,mas depois desse dia,eu tive certeza que não era doente.

Eu acessava um site de downloads de torrents,iria baixar um game que a pouco lançaram no site,um game FPS,seu nome era simples,''just one night'',eu não achei grande coisa,decidi baixar para ver como era um jogo feito em pouco tempo,pensava que era mais um lixo cheio de bugs.

Quando o download acabou,tinha apenas 2 coisas o readme e o .exe do jogo.

1º eu abri o readme,era estranho,não havia instrução alguma,apenas isso:

''disfrute dessa noite,se você não for forte,será sua última.

by:End''

Ali eu havia percebido que era um jogo de terror,e tinha aquelas coisas para tentar assustar.

Como eu via coisas e ouvia,não me senti pressionado ou amedrontado,apenas ri baixo,era um jogo,apenas isso,pelo menos,era o que eu achava.

Na pasta eu abri o .exe do jogo ''Night.exe'',nessemomento,apenas uma tela inicial preta,com letras brancas,sem alteração de fonte,haviam apenas ''start'' e

''comands''.

1º eu fui ver os comandos:WASD para movimentar,espaço move a camerâ,Shift pra correr,CTRL abaixar,botão esquerdo do mouse para pegar objetos,esquerdo para fechar os olhos.

Achei estranho aquilo,''fechar os olhos'',pensei que fosse uma tática para tentat aumentar o medo,estava enganado.

Apertei Start,uma tela preta,com um cusrsos branco,o jogo era numa floresta chuvosa de pinheiros,como a do lado da minha casa.

Eu olhei para a tela,coloquei o headset,aumentei o volume,peguei a lanterna a minha direita,uma frase apareceu:''pronto?sim/não''.

Eu cometi o pior erro da minha vida,apertei sim.

Naquele momento eu desmaei,acordei na floresta perto de casa,eu segurava uma lanterna,chovia muito,estava frio.

Meu coração palpitava muito,como se fosse explodir,nunca sentira um medo tão grande antes.

ao longe eu via uma fazendinha abandonada,antes foi de um homem com bastante dinheiro,ele morreu de cancêr,como não haavia nenhum parente para assumir o local,ele ficou abandonado,os animais e as plantas morreram.

Enquanto eu caminhava,tentando me afastar,eu vi escrito em uma arvore,com cortes:''vamos brincar criança?''

Eu estava muito nervoso,parecia um sonho,eu corri,apontando a lanteran entre os pinheiros,olhei pra trás,parecia ser uma das minhas alucinações.

Era uma criatura,ela eraescura como a noite,seus olhos eram vermelhos e sedentos,ela parecia estar brincando,quanto mais eu corria,mais ela se aproximava,até quase me tocar,ai ela parava e sorria.

Eu pensava:''que tipo de jogo demôniaco é esse?''

Mal eu sabia,mas não era um jogo,como me livrei?eu havia lido na descrição do jogo no fórum:''veja até onde consegue correr,você deve correr muito,

pois quandoa brincadeira começa minha criança,o jogoacaba,quando todas as luzes se apgharem na sua alma,ou quando o jogo for fechado''

Eu tive uma ídeia,só tinha ela,só tinha uma chance,eu corria,não me sentia cansado,sentia meu coração bater como nunca antes fizera,até que eu caí,cai num buraco,entrei debaixo de uma raiz de pinheiro caído,e me lembrei do comando,então eu fechei meus olhos,por um segundo o medo desapareceu,não sentia mais nada,queria ficar assim para sempre,mas não podia,quando abri eles de volta,eu sabia,que só tinha um chnace,chegar em casa,e desligar o computador.

Respirei fundo,levantei um pouco a cabeça,olhei entre as arvores,e ví,aquele monstro,parado me procurando,não durou muito,logo ele me olhou,meu corpo travou,sues olhos penetraram até o fundo da minha alma,seus dentes deixaram minha mente marcada,seu sorriso,que anunciava a morte.

eu sai do buraco e corri mais,mais mais e mais até ver minhacasa,ele me alcançava,chegou bem perto,quando eu virei bruscamente,por um segundo ele tocou em mim,meu braço,ele fez um corte no meu braço esquerdo,eu sentia muita dor,uma dor que queimava até o fundo da minha alma,eu ví seus olhos e seus dentes sorrirem pra mim.

mesmoi ferido eu consegui chegar na minha casa,corri ao meu quarto,abri a porta e antes dele me pegar,eu chutei a tomada com toda minha força,destruindo ela e o fio do computador,ele sumia como névoa.

eu desamei,logo em seguida,eu acordei,em frente ao computador,meu braço sangrava,acordei minha mãe que me levou a um hospital,antes de sair de casa,eu vi ele pela janela,sorrindo com seus olhos e dentes,ele como fumaça sumiu.

Eu entendi o significado do jogo,mas não parecia ser apenas uma noite,meu graço doi um pouco até hoje,eu o vejo,vejo seus sorriso,vejo seus dentes,ouço ele me perguntar:''Quando vamos jogar novamente criança?''

Desde então nunca mais achei o jogo,não vi na internet,o site que eu havia baixado não existe mais,eu já troquei várias vezes o coputador,mas sempre tem o .EXE quando ligo,não importa,ele sempre aparece,muitos me perguntaram o que era,eu sempre disse que era um jogo bugado,tive de por senha no computador,já que as pessoas queriam jogar.

Sempre quando eu estou usanod o computador,abre uma mensagem de texto escrito:''Vamos brincar,criança?''

By:Drac L. Mangeel - Logom